quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Legislação Vigente no Brasil.

Lei nº 5197/67- Dispõe sobre a Fauna Silvestre;
Lei nº 9605/98- Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente;
Lei nº 7173/83– Dispõe sobre o Estabelecimento e Funcionamento de Jardins Zoológicos;
Portaria nº 1522/89– (IBAMA) – Reconhece a Lista Oficial de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção;
Portaria nº 117/97– (IBAMA) - Dispõe sobre a comercialização de animais vivos, abatidos, partes e produtos da fauna silvestre brasileira provenientes de criadouros com finalidade econômica e industrial e jardins zoológicos registrados junto ao IBAMA;
Portaria nº 93/98– (IBAMA) – Dispõe sobre a importação e exportação de espécimes vivos, produtos e subprodutos da fauna silvestre brasileira e da fauna silvestre exótica;
Portaria nº 05/91– (IBAMA) – Dispõe sobre o acasalamento de animais da fauna silvestre, mantidos em cativeiro, solteiros, constantes da Lista Oficial de Espécies Ameaçadas de Extinção;
Decreto nº 3607/00– (IBAMA) - Dispõe sobre a implementação da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES, e dá outras providências;
Decreto nº 76623/75– (IBAMA) - Promulga a Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagem em Perigo de Extinção;
Instrução Normativa nº 169/08– (IBAMA) - Normatiza a autorização e o funcionamento dos empreendimentos e das atividades que utilizam a fauna silvestre nativa e exótica em cativeiro no território brasileiro;
Instrução Normativa nº 002/01– (IBAMA) - Dispõe sobre a obrigatoriedade na identificação individual (marcação) de espécimes da fauna silvestre para fins de controle de criação e comércio;
Resolução nº 33/03– (ANVISA) – Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde;
Resolução nº 714- (CFMV) Dispõe sobre procedimentos e métodos de eutanásia em animais, e dá outras providências.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Código Azul

DOWNLOAD: Código Azul [PDF]

Código azul, "Blue Code", é o nome dado à emergência de parada respiratória.
Com o bloqueio da respiração acumula-se ácido carbônico, formado a partir da associação entre o gás carbônico e água (CO2 + H2O = H2CO3). Há presença de alto teor de hemoglobina reduzida no plexo venoso subpapilar da pele. Isto confere ao paciente uma coloração azulada, difusa, da pele e membranas mucosas. Lembramos que "ciano" é a cor azul esverdeada, portanto cianose, literalmente, é a doença azul.
A CAIXA DE CÓDIGO AZUL é portanto um kit de primeiros socorros para as paragens. Imagine-se em uma situação onde se aplica uma injeção em um paciente: uma vacina, uma vitamina, seja lá o que for. Em minutos o animal começa a salivar, deita-se, desfalece e pára de respirar, entra em cianose. Estamos na frente de um choque anafilático. CÓDIGO AZUL!!!
No momento da emergência, da parada, temos muito pouco tempo para que possamos agir. Quanto mais o paciente ficar parado pior será seu prognóstico, ou seja, a chance de recuperação diminui ao tempo.
Imediatamente iremos procurar uma ampola de adrenalina, de sulfato de atropina, uma seringa, a agulha para a aplicação. Neste instante percebemos que a adrenalina da sala de atendimento acabou, mandamos buscar no estoque. Na necessidade volta-se ao estoque para outras necessidades. Solicitamos o ambu, "- mas onde é mesmo que está o ambu, utilizamo-lo tão pouco"... corremos ao centro cirúrgico buscar uma sonda oro-traqueal, cada coisa está em um lugar, juntar tudo requer tempo, e, até conseguirmos, nosso paciente já faleceu. É a lei de Murph, quando se precisa nada está à mão.
Exatamente para evitar-se esta situação é que montamos a MALETA DE CÓDIGO AZUL. Pode ser simplesmente uma caixa plástica com tampa, tipo "tupperware", uma maletinha onde guardaremos todos os aparatos necessários para o código azul, de formas que, ao estarmos na emergência, bastará pegarmos a maleta para nos equiparmos completamente para estes casos.

Conteúdo Mínimo
No mínimo devemos dispor das medicações mais utilizadas, e uma tabela contendo o volume usual de cada produto em relação ao peso do paciente, não dose. A emergência não é o melhor momento para estarmos testando nossas habilidades matemáticas para os cálculos de volume/dose.
É evidente que o clínico terá de estudar cada uma das medicações e saber exatamente seu uso, modo de utilizar, perigos e aplicações. O cloreto de potássio, por exemplo, pode tanto salvar a vida de um paciente como lhe provocar uma fibrilação cardíaca, variando simplesmente na velocidade de aplicação.

Sugerimos a ampolagem:
  • Adrenalina (epinefrina) milesimal (1 ml/10kg)
  • Aminofilina ( 1ml/2,5kg)
  • Atropina sulfato 1,25% (1ml/25 kg)
  • Bicarbonato de sódio a 10% (1 ml/3kg)
  • Digoxina (Cedilanide® = 1ml/10kg)
  • Cimetidina (1ml/10kg)
  • Cloreto de Potássio (1ml/2kg)
  • Cloreto de Sódio a 10% (1ml/kg)
  • Dexametazona 0,2% (0,1 a 1ml / paciente)
  • Diazepan (0,5 a 4ml/kg
  • Dopamina 40 mg/ml (1 ml em 500ml, 1 gota/kg/minuto)
  • Doxapran (1 ml/ 2 a 20 kg)
  • Glicose a 25% (1ml/2,5 a 5kg)
  • Gluconato de Cálcio a 10% (1 ml/10kg)
  • Hidantal 5% (1ml 10 a 15 kg) Utilizar até 10x esta dose.
  • Ioimbina (1 ml/30kg)
  • Lidocaína sem vasoconstritor a 2% - 1 ml/10kg bolo + solução a 0,01%
(equivale a 1 ml de lidocaína 2% em 200 ml de soro) - 1 gota/kg/minuto
  • Prometazina (1 ml/até 125 kg)
  • Soro Ringer Lactato de sódio (50ml/kg/dia)
Além da medicação deveremos manter, na mesma caixa os materiais e equipamentos como equipo, scalp, agulhas e seringas de diversos tamanhos, tubo de látex para garroteamento de veia, esparadrapo para fixação do scalp, algodão, álcool iodado...
No mínimo a cada seis meses, dia 01/12 e 01/06, as medicações da caixa de código azul devem ser trocadas, evitando-se que vençam. Estas datas são importantes enquanto mnemônicas: o primeiro dia do último mês de cada semestre.

Conteúdo útil
Se possível, alguns equipamentos podem ser muito úteis, como um ambu, sondas oro-traqueais de diversos tamanhos, um respirador tipo Takaoka modelo 600 (bolachinha), um cilindro de oxigênio com umedecedor, ou ainda um motor compressor tipo inalador, para tocar o respirador.

Concluindo
Se na clínica houver monitores cardíacos, aparelhos para ECG -Eletrocardiograma-, oxímetro e capnógrafo serão sempre bem vindos, mas nenhum aparelho será mais útil, ou mais barato que uma caixinha de código azul, tampouco algum outro poderá ajudá-lo mais a salvar uma vida que esta "Caixinha Abençoada".
Pode parecer até bobagem, você pode até não valorizar este recurso, mas, na prática, aqui na POLIVET-Itapetininga SP Policlínica Cardiologia & Odontologia Veterinária já utilizamos muitas vezes esta maleta de código azul e, algumas vezes, foi exatamente o pequeno tempo entre a parada e medicarmos o paciente o fator mais importante na sobrevida.
Nos hospitais e centros cirúrgicos destinados ao atendimento de humanos, a caixa de Material de Emergência é obrigatória, mas na medicina veterinária ainda não é.
O custo total deste equipamento mínimo dificilmente chegará a uma consulta, o que não justifica não ser ainda obrigatório em todas as clínicas veterinárias assim como o é nos centros de medicina para humanos, mas aqueles colegas que montarem sua Maleta de Código Azul jamais se esquecerão desta reportagem, pois a manterão para o resto de suas carreiras. Salvando muitas vidas.
Este trabalho foi retirado e idealizado para ser integrado à apostila de estágio dos estudantes de Medicina Veterinária na POLIVET-Itapetininga SP Policlínica Cardiologia & Odontologia Veterinária, conforme consta em Http://www.polivet-itapetininga.vet.br/estagios.htm . 

Fonte: Comunidad Virtual de Veterinaria.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Ornitologia.

Ornitologia, Biologia e Fisiologia Geral


Avian Biology.
Wiki Aves.
Bird Life.
Bird Net.
Searchable Ornithological Research Archive.

Ornitologia no Continente Americano

Xeno-canto America

Ornitologia do Brasil

Sociedade Brasileira de Ornitologia.
Centro de Estudos Ornitológicos.
 Aves de Rapina do Brasil.


Ornitologia dos Estados Unidos

Cornell University - Lab of Ornithology.
Owl Pages.


Doença e Produção de Aves (Produção e Ornamental)

Canadian Poultry Consultants.
Atlas of Avian Diseases.

Ortopedia Veterinária.

Orthopedic Foundation for Animals.

Genética Animal Básica.

Cornell University - Basic Genetics for Animal Science.

Oftalmologia Veterinária.

Vision Veterinária Blog.
Ophthalmology - University of Pennsylvania.
Ophthalmology Presentations - University of Florida.

Dermatologia Veterinária.

Dermatology Information Service. (Primatas Humanos)
Dermatología Clínica Veterinaria.

Parasitologia.

DPDx Laboratory Identification of Parasite of Public Health Concern.

Forragicultura.

West Virginia University - Forage Library.

Oncologia Veterinária.

Oncologia Geral.

Oncologia Veterinaria.
Comparative Oncology Program.
Veterinary Cancer Care.
Veterinary Society of Surgical Oncology.

Oncologia Dermatológica. Esse site também trata da Anatomia, Histologia e Cirurgia Dermatológica.

Loyola University Dermatology Medical Education Website.